sexta-feira, 13 de março de 2015

O GOLPE IMINENTE



Das duas uma: por esses dias ou o PT vai tomar o poder no Brasil, diante de tudo o que está acontecendo, diante de tantas manifestações, e organizando outras mais, tantas insatisfações, e a democracia capengando nas ruas; ou os militares, de novo, vão tomar o poder, com a anuência da CIA.
Dia 15 haverá um grande protesto contra esse governo, e o MST, que é mantido pelo governo, disse que vai também entrar nela, certamente para fazer badernas e criar confusão, tirando toda a credibilidade do movimento, como aconteceu no anterior, de junho de 2013.
Já está se descortinando essa movimentação.E já falam de vinte mil guerrilheiros na fronteira da Amazônia, prontos para agir.O poder, aos poucos, está sendo tomando no Brasil.Estamos às vésperas de um golpe político (mais um) e parece que, de novo, ficaremos passivos, a não ser os manifestantes do dia 15. Reinaldo de Azevedo, em seu blog, discorre um pouco sobre isso, e segundo ele, "essas manifestações são legítimas, são cidadãos e trabalhadores oprimidos", desiludidos com Marx e seu ódio aos burgueses, promovedor das lutas de classe,que, por sua vez, promoverão o Socialismo em sua forma mais contundente: sem propriedade privada, sem capitalismo, como na Coreia.
O PT não vai querer deixar o poder fácil, e uma guerra civil pode ser iniciada no Brasil, segundo estão comentando; no blog citado há uma referência a isso, e também outro blogueiro ativista, o Júlio Severo, inimigo do PT. Bem, todo mundo sabe que quando Dilma era guerrilheira, jamais queria uma democracia; ao contrário, queriam tirar uma ditadura para implantar outra, a do proletariado. Essa é a verdade. Agora um regime que matou 150 milhões de pessoas merece confiança?
Queiram negar ou não, achem exagero ou nao,estamos caminhando para uma tomada de poder, seja dos Militares, seja do PT. De que lado ficaremos?Com os militares se podia ter propriedade privada, mas não havia liberdade;e quando tinha, era vigiada. No Comunismo, não há propriedade privada, e não se aceita crítica ao regime, e a religião é o regime mesmo. Na verdade essa ideologia não é atéia, mas nega a Deus e qualquer tipo de adoração que não ela mesma. As igrejas poderiam agir livremente no governo militar, embora sem poder para criticar o regime imposto por eles. Só a igreja Católica se pronunciou contra, através da marcha da família. E muitos padres foram presos e mortos. Já os evangélicos não fizeram nada disso, preferiram orar para que Deus agisse. De que lado estaremos?
Claro que muitos vão se aliar ao poder apenas para manter seu status quo, sua influência, pensando nele mesmo. Há quem venderá a própria mãe para agradar o regime vigente. A verdade é que um dos dois tomará o poder: o PT ou os militares.Quem viver verá.