A PRESUNÇÃO DE ED MOTA

 Foi absurdo o que disse Ed Mota, recentemente. Desprezou o Brasil, sua identidade, seus parentes, seus pais, sua origem. Sem lógica alguma seus argumentos.
Tudo começa por ele mesmo, que é feio, ( por isso que despreza sua identidade, não por outro motivo) ao contrário do seu tio, que assumia sua identidade negra. Ele tem muito menos talento de Tim Maia ,mas é muito presunçoso.
Ele me faz lembrar de dois personagens históricos: o rei de Tiro e o rei do Império Neo-babilônico, Nabucodonosor, conhecidos por sua presunção. No capítulo de Ezequiel, o profeta descreve de modo bastante detalhista sobre sua presunção por causa do comercio que os fenícios mantinham com todos os povos de sua época, praticamente.
Não entendo como alguém despreza sua própria pátria assim, e seu povo também, como se ele fosse uma grande estrela; e mesmo se fosse, não teria esse direito. Se ele despreza assim o Brasil, ele é um apátrida então. Está negando a ele mesmo, e tudo que o ele é. É um desprezível.
Ele agiu como se toda a cultura do Brasil não valesse nada, toda a sabedoria desse povo, tudo que nós somos, nada valesse, mas mostra os estrangeiros como se fossem melhores que o Brasil. Além do mais, teve o absurdo de dizer que os brasileiros que fossem para esse seus shows se comportassem bem, e não falassem português. Ele não sabe nem o que é. Não merece que ninguém vá a seu show, pelo menos os brasileiros.Que ele fique por lá mesmo, não representa o Brasil mesmo. Aqui ele já está marcado. Pobre Ed.
Nas redes sociais, os protestos são muitos e furiosos, contra essa figura, que não sabe o que é humildade, que despreza-se desse jeito. Sua queda é iminente, então, já que o orgulho e a presunção é o começo da queda de um homem.E por desprezar o Brasil, ele já começou a cair.
Imagine se esse cantor tivesse um terço do talento de seu tio, Tim Maia, que tem tantas músicas bonitas? Quase todas, praticamente.
Ed Mota é, atualmente, um grande exemplo de orgulho e preconceito contra o povo simples brasileiro, contra pessoas que podem gostar de suas músicas. É por isso que é melhor, para ele, ficar na Europa, se torne um cidadão francês ou alemão. Não merece mais o Brasil. Ele morreu para nós, e nós, para ele.